Encurtar os ciclos de venda: onde no processo se perde o tempo
Como se medem os tempos de espera reais, que cinco pontos custam mais tempo e que medidas atuam em cada um – sem fazer pressão sobre o cliente.
O que é diferente no negócio entre empresas – vias de decisão, ciclos de venda e os conceitos por trás disso.
Como se medem os tempos de espera reais, que cinco pontos custam mais tempo e que medidas atuam em cada um – sem fazer pressão sobre o cliente.
O que significam os termos de fase mais usados, porque prejudicam sem uma definição própria e como se fixa numa hora uma lista comum.
Porque o preço por clique é a grandeza de comparação errada, sob que três condições a campanha compensa e que orçamento mínimo é preciso.
Quando se deve pedir, como se baixa a barreira, que quatro perguntas dão uma referência aproveitável e o que esclarecer antes da publicação.
Porque a maioria das frases de posicionamento não é repetida, que três componentes tem uma frase sólida e como se desenvolve em quatro rondas.
Porque o setor e a dimensão não fazem um público-alvo, que cinco características separam de facto e como se chega numa tarde a uma descrição útil.
Porque as comparações mensais são erradas em ciclos longos, como se atribuem no tempo custos e receitas e que grandezas informam mais cedo.
O que cada número responde, com que frequência se recolhe e quando induz em erro – com as três que numa empresa pequena se podem omitir.
Onze formatos ordenados por fase de compra e esforço: que ímanes de leads trazem mesmo contactos no B2B, quais só dão trabalho e porquê.